Wellington Marques

Wellington Marques

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Um grupo armado atacou, na tarde desta quarta-feira (13), um carro-forte em Varjota. Os bandidos usaram um veículo para bloquear a via e atacar os três carros-fortes, no entanto o primeiro conseguiu furar o bloqueio, outro retornou e apenas um foi abordado, ficando na linha de tiro dos criminosos.

Os criminosos estavam usando um veículo L-200 da cor prata e incendiaram outro veículo no momento da fuga.

O prefeito de Sobral, Ivo Gomes, recebeu, nesta quarta-feira (13/06), premiação do Governo do Estado - o Selo Bronze de Qualidade 2018 - em reconhecimento ao serviço oferecido na área da saúde à população. Sobral foi o município cearense com maior número de Unidades premiadas no Ceará.

O evento ocorreu no Centro de Eventos, em Fortaleza, e contou com a presença do governador do Estado, Camilo Santana.

O prêmio foi conquistado por 20 Equipes de Saúde da Família (ESF) que estão em 12 Centros de Saúde da Família (CSF).

O reconhecimento é importante e nos motiva a trabalhar ainda mais, pois sabemos que temos muita coisa pra fazer nos Centros de Saúde da Família, como atender de forma mais gentil e eficiente a nossa gente. Pela primeira vez o governo do Estado premia equipes do Programa Saúde da Família que atuam nos postos. Sobral levou o maior número de prêmios. 20 ao todo. Além de parabenizar a todos os agraciados, disse pra eles que nada é tão bom que não possa melhorar, ressaltou Ivo Gomes.

Para conquistar os 20 Selos Bronze o município passou por uma avaliação de qualidade em toda a Atenção Primária.

Autoridades receberam homenagens durante solenidade realizada no Plenário 5 de Julho (sede da Câmara Municipal), na última segunda-feira (11/06). Dentre os agraciados, o promotor público Irapuan Dionízio, da Comarca de Sobral, que recebeu a outorga do título de cidadão sobralense, pelos relevantes serviços prestados ao município.

O evento contou com a presença  do chefe do gabinete da Prefeitura de Sobral, David Duarte, à convite do presidente do poder legislativo da cidade, Paulo Vasconcelos.

O ministro Felix Fischer, relator da Lava Jato no Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu ontem (12) rejeitar mais um pedido feito pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Desta vez, o ministro negou pedido para que Lula seja solto e aguarde em liberdade até que o tribunal julgue o recurso contra a condenação. Ao decidir o caso, Fischer entendeu que o recurso protocolado não tem o poder de suspender a sentença. 

Lula está preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba desde o dia 7 de abril, por determinação do juiz Sérgio Moro, que ordenou a execução provisória da pena de 12 anos e um mês de prisão pelo crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do tríplex em Guarujá (SP). 

A defesa do ex-presidente alegou no STJ que Lula é pré-candidato à presidência da República e pode ter seus direitos políticos cerceados em função da proximidade das eleições. 

Agencia Brasil

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), defendeu hoje (12) que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) regule a formulação de preços do petróleo e seus derivados produzidos pela estatal Petrobras. O senador argumentou que a ANP, como se trata de uma agência reguladora, deveria participar das discussões sobre o preço dos combustíveis e atuar em favor de uma maior “previsibilidade” para o consumidor.

“Eu não posso aceitar que nós [parlamentares] criamos uma agência, sabatinamos pessoas [no Senado], colocamos nessa agência [a função] para ser agência reguladora de preços, principalmente na questão da Petrobras, que é um monopólio. Então [eu defendi] que efetivamente a agência tivesse uma participação efetiva nessa discussão”, afirmou, após se reunir com o presidente da Petrobras, Ivan Monteiro.

De acordo com ele, é necessário que a ANP participe da formação dos preços porque os consumidores acabam sendo os mais prejudicados com as mudanças cotidianas dos valores que chegam no preço final da gasolina, do álcool e do óleo diesel. “Eu continuo dizendo que a Petrobras errou quando fez vários aumentos [consecutivos]. Inclusive citei para ele [Ivan Monteiro] que as bombas de abastecimento não estão interligadas com a bolsa de valores, variação do dólar. Portanto precisávamos ter previsibilidade”, defendeu, referindo-se à forma da empresa de reajustar os preços.

Segundo Eunício Oliveira, o presidente da Petrobras concordou com seus argumentos.

O presidente da estatal, Ivan Monteiro, disse que o assunto será discutido internamente, após as consultas externas à sociedade, dentro de um “novo contexto”.

“A Petrobras apoia a iniciativa liderada pela ANP de buscar uma discussão através de uma consulta pública e participará do processo de discussão por meio da consulta pública. A atuação da companhia é de natureza comercial. Tem vários combustíveis que têm reajustes com periodicidade diferente, e a gente vai avaliar dentro desse contexto. Por isso que é importante permitir que a ANP evolua na consulta pública, lembrando que a Petrobras atua para o atendimento de consumidores, no final temos consumidores”.

Agencia Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar hoje (13), a partir das 14h, o julgamento sobre a validade da decretação de condução coercitiva para levar investigados a interrogatório policial ou judicial em todo o país.

O julgamento começou na semana passada, mas somente o relator do caso, ministro Gilmar Mendes, votou pela inconstitucionalidade da medida. Na sessão de hoje, mais dez ministros devem votar.

As conduções estão suspensas desde dezembro do ano passado por uma liminar do relator. Agora, os ministros julgam a questão definitivamente. 

Mendes atendeu a pedido de suspensão das conduções, feito em duas ações protocoladas pelo PT e pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O PT e a OAB alegaram que a condução coercitiva de investigados, prevista no Código de Processo Penal, não é compatível com a liberdade de ir e vir garantida pela Constituição. Com a decisão, juízes de todo o país estão impedidos temporariamente de autorizar conduções coercitivas.

As ações foram protocoladas meses depois de o juiz federal Sérgio Moro ter autorizado a condução do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para prestar depoimento na Polícia Federal, durante as investigações da Operação Lava Jato. 

Ao votar sobre a questão, para decidir o caso de forma definitiva, o ministro manteve o entendimento anterior e disse que as “conduções coercitivas são um novo capítulo da espetacularização da investigação”. Segundo Gilmar Mendes, esse tipo de condução é inconstitucional por se tratar de coação arbitrária do investigado.

"Resta evidente que o investigado ou réu é conduzido para demonstrar sua submissão à força. Não há uma finalidade instrutória clara, na medida em que o arguido não é obrigado a declarar ou se fazer presente no interrogatório”, argumentou.

A OAB sustentou e entrou com ação no Supremo por entender que a condenação só pode ocorrer em caso de descumprimento de intimação para o investigado prestar depoimento.

A Procuradoria-Geral da República reconheceu que existem casos de arbitrariedade, mas entendeu que isso não significa que a condução coercitiva seja incompatível com a Constituição.

Agencia Brasil

Os dez dias de greve dos caminhoneiros custarão R$ 15 bilhões para a economia, o equivalente a 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país), informou hoje (12) o Ministério da Fazenda. De acordo com a pasta, o ministro Eduardo Guardia repassou a estimativa ontem (11) em reunião com investidores em São Paulo.

Por causa da paralisação, a previsão oficial de 2,5% de crescimento do PIB para este ano poderá ser revista para baixo. O número só será divulgado no fim de julho, e o ministro não informou mais detalhes.

Na última edição do boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada todas as semanas pelo Banco Central, os analistas de mercado estimavam que a economia crescerá apenas 1,94% em 2018. Essa foi a sexta semana consecutiva de queda nas projeções. Há um mês, a projeção estava em 2,51%.

O ministro não informou o impacto que a greve dos caminhoneiros terá sobre a inflação, por causa da escassez de alimentos e da alta temporária do preço dos combustíveis provocadas pela paralisação. Segundo o boletim Focus, a previsão das instituições financeiras para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 3,65% para 3,82% em 2018. As projeções do Ministério da Fazenda para a inflação também só serão divulgadas no fim de julho.

Agencia Brasil

Em entrevista ao Jornal O Estado de São Paulo na última segunda-feira, 11, o ex-governador do Ceará, Cid Gomes, coordenador político da campanha do irmão Ciro Gomes ao Palácio do Planalto afirmou que a prioridade do pré-candidato do PDT é fechar aliança eleitoral com o PSB. “Estamos focados em concretizar uma aliança com o PSB. Mas conversar, nós conversamos com todo mundo”, afirmou Cid.

Cid ainda admitiu que o irmão tem conversado com partidos do chamado Centrão, entre eles, DEM e PP. Mas reforçou que o foco é conseguir apoio dos pessebistas em razão da afinidade ideológica entre os dois partidos. A afirmação do ex-governador ocorre após líderes do Centrão intensificarem acenos em busca de uma aproximação política com Ciro, em reação ao fraco desempenho do pré-candidato à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB) nas pesquisas de intenção de voto. De acordo com dados divulgados neste domingo, 10, pelo Datafolha, o tucano aparece estacionado com 7%, pior desempenho para um candidato do partido ao Planalto em quase 30 anos.

O PSB, porém, ainda não decidiu como vai se posicionar na disputa presidencial. Após o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa desistir de ser candidato ao Planalto pela legenda, líderes do PSB dizem considerar três alternativas: uma aliança com o PT; uma coligação com Ciro Gomes ou não se coligar formalmente com nenhuma sigla e, assim, liberar seus filiados a apoiarem quem quiserem.

Maia

Embora tenha o PSB como prioridade, Cid tem mantido diálogo com integrantes do Centrão. No fim de semana, conversou por telefone com o prefeito de Salvador, ACM Neto, que é presidente nacional do DEM. Nesta quarta-feira, 13, está previsto um encontro em Brasília com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que já admitiu a aliados que deverá desistir da disputa presidencial.

Segundo Cid, uma aliança com o Centrão não será incoerente para Ciro – que defende propostas de centro-esquerda e costuma fazer críticas às pressões dessas legendas por cargos no Executivo em troca de apoio no Legislativo. “O Ciro quer ser o presidente de todos os brasileiros. O espectro ideológico dele é de centro-esquerda, mas já governamos com todos esses partidos em nossas gestões. O PP e o DEM, por exemplo, são nossos aliados no Ceará”, afirmou ele.

O ex-governador lembra que ele e o irmão têm “boa relação” com o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI) – que é investigado pela Operação Lava Jato –, e com o vereador carioca César Maia (DEM), pai do presidente da Câmara.  “O César Maia foi um dos entusiastas da candidatura do Ciro em 2002”, disse Cid, em referência ao pleito em que o ex-ministro disputou o Planalto pelo PPS e contando com o apoio do DEM (então PFL).

‘Fofoca’

Em evento à noite em Niterói (RJ), Ciro Gomes negou que esteja negociando alianças com DEM e PP e classificou como “fofoca” a informação de que líderes dos dois partidos ficaram melindrados com o pedetista depois que ele afirmou, nessa sexta-feira, 8, que só faria alianças com DEM e PP após firmar acordo com PCdoB e PSB.

“Nesse instante (da pré-campanha eleitoral) há muito mais fofoca e intriga em cima da fofoca do que realidade. O DEM tem um candidato a presidente, e não seria eu a cometer a indelicadeza de passar por cima de uma candidatura. Amanhã, se o Democratas entender que o projeto que eu estou advogando merece uma reflexão, eu reagirei com todo respeito. A mesma coisa vale para o PP”, afirmou o pré-candidato do PDT.

Ciro participou do lançamento da pré-candidatura do correligionário Chico D’Ângelo a deputado federal. Ele chegou ao evento acompanhado por Carlos Lupi, presidente do PDT, e por lideranças políticas locais, como o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, do mesmo partido.

Com informações do Jornal O Estado de São Paulo

Os cearenses sabem da importância da reciclagem para o meio ambiente e acreditam que seja uma prática correta, mas isso ainda não virou rotina, de acordo com pesquisa feita pelo Ibope Inteligência a pedido da Cervejaria Ambev.

Os resultados da pesquisa mostram que, para o total de pessoas ouvidas, a reciclagem é importante para o futuro do planeta e 98% concordam que o jeito correto de descartar os resíduos é separando cada um em um saquinho.

Por outro lado, 80% das pessoas não separam os materiais de reciclagem individualmente nos lixos que geram em casa; e, destes, 43% não separam sequer o lixo orgânico do inorgânico.

Para 86% dos cearenses, o cuidado com o meio ambiente é uma das maiores preocupações atuais. Apesar da pesquisa, 80% afirmam saber pouco ou nada a respeito de coleta seletiva e 26% não sabem citar qual as cores das lixeiras para coleta do material.

“Só com um trabalho em conjunto entre todos nós, cidadãos, empresas, cooperativas e governos, para revertermos esse cenário e dar ao lixo o cuidado que ele deve ter”, afirma Filipe Barolo, gerente de sustentabilidade da Cervejaria Ambev.

Dos entrevistados, 78% dizem estar atentos na compra de produtos com embalagens que sejam recicláveis. Mas apenas 1% das pessoas ouvidas sabe que embalagens longa vida são recicláveis, por exemplo.

O índice melhora quando se fala em plástico (70%), vidro (66%), papel (37%) e alumínio (37%), mas ainda está distante do ideal. Apenas 52% dos entrevistados afirmam saber que garrafas PET podem ser recicladas e 26% sobre embalagens de vidro, por exemplo.

“Reduzir as embalagens ou dar destinação correta para as produzidas é uma das nossas principais preocupações. Por isso, temos buscado produzir a quantidade de embalagens no mercado, focando nossos esforços em aumentar a quantidade de envases recicláveis e retornáveis. Uma de nossas metas socioambientais é que, até 2025, 100% de nossos produtos estejam em embalagens retornáveis ou feitas majoritariamente de material reciclado”, afirma Barolo.

A cervejaria Ambev, por exemplo, tirou mais de 12,4 milhões de toneladas de vidro de circulação em decorrência do aumento de representatividade das garrafas de vidro retornáveis disponíveis no mercado nos últimos anos.

A companhia também deixou de produzir um volume superior a 1,9 bilhões de garrafas PET com resina virgem em decorrência da reciclagem do material, deixando de utilizar mais de 94 mil toneladas de plástico.

Mas afinal, para onde vai o lixo? 97% dos moradores do Ceará acreditam que aquilo que chama de lixo pode ter valor para outras pessoas e 61% discordam que ele deixa de ser sua responsabilidade quando jogado fora, mas a cadeia envolvida nesse processo ainda parece ser um mistério para a maior parte da população.

Ainda 66% das pessoas afirmam não saber quem efetivamente recicla os materiais e os transformam em novos produtos no Brasil. 92% afirmam saber pouco ou nada sobre cooperativas de reciclagem. Além disso, 55% acreditam que o lixo vá para o aterro sanitário ou lixão, apesar de 32% não concordarem que essa seja a destinação adequada.

Tribuna do Ceará

O Plenário da Assembleia Legislativa aprovou, nesta terça-feira (12/06), requerimento de autoria do líder do Governo na Casa, deputado Evandro Leitão (PDT), solicitando a tramitação em regime de urgência de dois projetos de lei do Poder Executivo.
 
O projeto de lei nº 55/18 dispõe sobre a autorização para a concessão de subvenção econômica, em valores que não podem superar R$ 20 milhões ‒ em razão dos altos custos associados ‒, à criação de novas linhas aéreas internacionais no Ceará.
 
Na justificativa da proposta, o Governo do Estado avalia que a ampliação da malha aérea internacional terá efeito multiplicador considerável na economia cearense, prestando-se a aumentar consideravelmente a massa de turistas no Ceará, com a consequente afluência de novos recursos financeiros, disso resultando, também, um esperado aumento de arrecadação de recursos públicos pela via da tributação.
 
Já o de nº 56/18 altera texto da Lei nº 16.463, de dezembro de 2017, que reconhece e determina o pagamento da dívida junto ao Centro de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos da Arquidiocese de Fortaleza (CDPDH).
 
De acordo com a proposta, o montante de recursos autorizados nessa lei não refletia a atualização das indenizações devidas aos profissionais que continuaram laborando durante o lapso temporal, ocorrido entre o término da vigência de convênios, mesmo estando demitidos.
 
Com Agência AL
 

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