Wellington Marques

Wellington Marques

(88) 9.9989.4965

A Secretaria dos Direitos Humanos, Habitação e Assistência Social (Sedhas), por meio da Coordenadoria dos Direitos Humanos e do Núcleo da Igualdade Racial, realizou, no último domingo (20/05), uma reunião com agricultores e famílias remanescentes de quilombolas no distrito de Patriarca. O encontro contou com a presença do projetista Leandro Gonçalves, da Comissão Estadual das Comunidades Quilombolas do Ceará (Cerquice), que falou com a comunidade sobre o Projeto Zumbi, uma iniciativa que pretende ajudar a construir um projeto sustentável junto com a comunidade.

"Uma das pautas da reunião foi conhecer as potencialidades da comunidade e colaborar com a construção de um projeto que possa atender as necessidades da comunidade do Patriarca. Ao mesmo tempo, o encontro iniciou nossa intervenção na primeira comunidade remanescente de quilombolas no município de Sobral", disse o coordenador dos Direitos Humanos, Francisco Silva.

O Projeto Zumbi é uma ação do Governo do Estado, executada pela Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA) e visa desenvolver as potencialidades das comunidades quilombolas, favorecendo a superação da miséria e a inclusão social.

O prefeito Ivo Gomes e seu secretariado participou, nesta segunda-feira (21/05), do seminário internacional “Evidências e Estratégias para Prevenção de Crime e Violência no Ceará”. O evento, que acontece nos dias 21 e 22 de maio, é uma realização do Governo do Ceará, por meio do Gabinete da Vice-Governadoria, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento e com o Banco Mundial.

A iniciativa, que faz parte do Pacto por um Ceará Pacífico, foca nas políticas de prevenção social, com atuação nas classes e camadas mais vulneráveis da sociedade. O debate é dividido em três eixos: prevenção primária (escolas, esporte, etc), prevenção secundária (inteligência policial e ações para pessoas em situações de vulnerabilidade) e prevenção terciária (ação policial direta contra a criminalidade). Neste primeiro dia, foram realizadas palestras com especialistas sobre experiências exitosas de prevenção e segurança.

O prefeito de Sobral, Ivo Gomes, têm uma participação especial no evento. Enquanto deputado estadual, Ivo presidiu o Comitê Cearense pela Prevenção de Homicídios na Adolescência, criado com o objetivo de compreender o fenômeno da violência entre os jovens para, a partir daí, elaborar propostas de políticas públicas que apontassem para a prevenção e a redução de homicídios cometidos por adolescentes e contra adolescentes no Ceará.

O comitê tinha como meta trabalhar na perspectiva de entender as razões que levam os adolescentes a cometerem assassinatos e/ou a serem vítimas desse tipo de violência, a partir da análise das trajetórias de vida desses jovens. Para isso, foram realizadas audiências públicas, seminários e pesquisas de campo nas áreas de Fortaleza e em municípios do Ceará com piores índices: Juazeiro do Norte, Sobral, Maracanaú, Caucaia, Horizonte e Eusébio.

A pesquisa, que resultou na elaboração de um relatório, foi dividida em quatro dimensões: a dimensão individual do adolescente, a familiar/afetiva, a comunitária e a institucional. Foram ouvidas famílias, instituições por onde os adolescentes passaram e adolescentes que cumpriam medida de privação de liberdade por atentando à vida.

O documento, resultado de um grande esforço de pesquisa e entrevistas realizado ao longo de 2016, trata-se da maior e mais abrangente pesquisa feita no Ceará sobre homicídios na adolescência. O relatório "Cada Vida Importa", possui uma análise dos perfis de jovens e aponta hipóteses que podem ser usadas como um caminho para a elaboração de políticas públicas efetivas, contendo recomendações para os gestores municipais no enfrentamento da questão da violência.

Para participar da seleção, é preciso ter licenciatura em Pedagogia e experiência docente comprovada em alfabetização. Professores da rede com disponibilidade de carga horária e estudantes de Pedagogia, a partir do 5º período, também podem se candidatar. No ato da inscrição, o candidato deverá anexar RG, CPF, comprovante de residência, diploma ou comprovante de matrícula e comprovante de experiência docente em alfabetização.

Os candidatos aprovados comporão um cadastro de reserva para Assistente de Alfabetização e serão convocados conforme a ordem de classificação e necessidade do programa para atuarem nas escolas municipais da sede e dos distritos. O Assistente de Alfabetização desenvolverá atividades de apoio ao professor alfabetizador e receberá R$ 150,00 mensais por turma, podendo atuar em até oito turmas.

O Programa Mais Alfabetização tem o objetivo de fortalecer e apoiar as unidades escolares no processo de alfabetização, para fins de leitura, escrita e matemática, dos estudantes nos 1º e 2º anos do Ensino Fundamental. O resultado preliminar da seleção será divulgado 23 de maio e o resultado final no dia 25 de maio, no Diário Oficial do Município e no site da Secretaria da Educação.

Outras informações: (88) 3677-1197
Inscrição AQUI
Leia o edital AQUI

Opresidente do Congresso Nacional, Eunício Oliveira, rompeu ontem (20) com o presidente da República, Michel Temer. Não aceitou pautar novamente a reforma da Previdência ainda no mês de junho e também trombou feio por discordar da política de reajustes permanentes dos combustíveis. 

Indignado com as práticas do ministro das Minas e Energia, Moreira Franco, que tem dado sistemáticos aumentos aos combustíveis, Eunício denunciou que essa decisão foi feita para que o Orçamento da Petrobras desse lucro, e desse modo o ministro pudesse agradar aos acionistas da Empresa, mandando distribuir lucro. “ Não pensam no povo brasileiro, só nos interesses econômicos dos acionistas em detrimento do Brasil”.

A reação do presidente Eunicio será dura: irá instalar uma Comissão Geral no Senado Federal para investigar a Petrobras e sua política de preços dos combustíveis. Ao término, adotará providências para coibir esses abusos que estão afetando a economia do País.

 

A disposição do presidente do Congresso é abrir a caixa preta da Petrobras e obrigar o presidente Michel Temer a recuar nessa política que tem reajustado os preços de gasolina, álcool, gás de cozinha e óleo diesel, sem nenhum critério, mesmo com a inflação brasileira estando sob controle.

Ceará News 7

O juiz Sergio Moro afirmou neste domingo (20) na cerimônia de formatura da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos, "que ninguém está acima da lei" e que esta é uma lição não só para o Brasil, "mas até para democracias maduras".

"Nunca se esqueçam da pedra angular das nações democráticas, que é o estado de direito. Isso significa que todos têm igual proteção da lei. Isso significa que é preciso proteger os mais vulneráveis. Mas também significa que ninguém está acima da lei", disse. "Essa é uma lição não só para o Brasil, mas até para democracias maduras", emendou.

Moro foi o principal orador da cerimônia. Antes dele, a função foi exercida pelos então presidentes dos EUA George W. Bush (2001) e Barack Obama (2009) e pelo então secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Kofi Annan (2000), entre outros. Em 2017, o convidado foi o vice-presidente americano, Mike Pence.

Ao apresentar o juiz brasileiro, o presidente da Universidade, reverendo John I. Jenkins, lembrou que, no mês passado, o escritor peruano e prêmio Nobel da Paz Mario Vargas Llosa afirmou que escolheria Moro "sem vacilar um segundo" se precisasse eleger um brasileiro como exemplo para o mundo.

No discurso, pelo qual foi aplaudido de pé ao final, Sergio Moro falou sobre o trabalho na Operação Lava Jato, que disse "não tem sido fácil".

Ele citou o número de condenados por lavagem de dinheiro e corrupção na Operação Lava Jato – 157, no total –, e lembrou, sem citar nomes, que entre eles há empresários das maiores construtoras brasileiras, além de políticos de alto escalão como um ex-governador (Sergio Cabral, do Rio de Janeiro), um ex-ministro da Fazenda (Antonio Palocci), um ex-presidente da Câmara (Eduardo Cunha) e "até mesmo um ex-presidente (Lula)".

"Não tem sido um trabalho fácil. Velhos hábitos de corrupção sistência e impunidade são difíceis de derrotar", disse, emendando há "ameaças, riscos e tentativas de difamação", mas que apesar disso as investigações e julgamentos continuam.

Moro ainda classificou a corrupção no país como "vergonhosa", mas destacou como positivo o endurecimento da lei sobre esses crimes.

"Eu não sei o que vai acontecer com o futuro do Brasil. Nós podemos sofrer revéses. Mas eu acredito que nós demos a nós mesmos ao menos uma chance de ter um país melhor", afirmou.

Moro disse que o Brasil falhou em "impedir o abuso do poder público para ganhos privados" e que então a corrupção cresceu e se tornou "disseminada, endêmica ou mesmo sistêmica".

O juiz diz ter sido influenciado por outros juízes, como o italiano Givoanni Falcone que condenou 344 membros da máfia da Scicília, organização criminosa que parecia "invencível", nas palavras do juiz.

Disse também ter se inspirado na lei de combate à corrupção americana, elaborada por um ex-aluno da Universidade de Notre Dame, uma coincidência que chamou de "mundo pequeno".

Moro citou semelhanças entre as histórias do Brasil e dos Estados Unidos, como o sofrimento com a escravidão no século 19 e o fato de ambos os países terem recebidos milhões de imigrantes de todo o mundo. E elencou diferenças, como a força economômica e a maturidade da democracia.

Ele destacou que a última ditadura no Brasil terminou em 1985 e que, "desde então, é possível dizer que, como vocês aqui, temos os mesmos sonhos de liberdade e equalidade".

 

Honoris causa 

Em outubro de 2017, Sergio Moro havia recebido o Notre Dame Awards, uma honraria concedida pela universidade a pessoas que são "pilares de consciência e integridade, cujas ações beneficiaram seus compatriotas", segundo a instituição.

O prêmio existe desde 1992 e já foi entregue a pessoas como Madre Teresa de Calcutá, o ex-presidente norte-americano Jimmy Carter e o irlândes John Hume, agraciado com o Nobel da Paz em 1998.

Na ocasião, o presidente da Universidade de Notre Dame disse que o juiz está "engajado em nada menos que na preservação da integridade da nação com sua aplicação firme e não enviesada da lei".

G1

O ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, adotou uma estratégia diferenciada para definir quais casos no gabinete serão remetidos para instâncias inferiores da Justiça por se tratarem de suspeitas de crimes cometidos fora do mandato e sem relação com o cargo depois que a Corte restringiu o foro privilegiado, informa a jornalista Mariana Oliveira, da TV Globo.

Alguns ministros optaram por fazer um pente-fino geral em todos os casos para enviar de uma vez para outras instâncias - o ministro Marco Aurélio Mello remeteu 21 inquéritos e ações penais em um único dia. Todos os gabinetes do STF já remeteram para outros tribunais mais de 100 casos de políticos com foro.

Fachin, no entanto, fará uma análise de cada caso na medida em que tiverem andamento. Os inquéritos que estão em cumprimento de coleta de provas na Polícia Federal, por exemplo, serão analisados quando forem voltando para o gabinete com as medidas cumpridas.

O relator da Lava Jato já enviou para primeira instância da Justiça dois inquéritos da Operação Lava Jato - os que investigavam os senadores Fernando Bezerra Coêlho e Ivo Cassol. Segundo auxiliares do ministro, ao longo da próxima semana, ele deverá remeter mais três casos da Lava Jato que correm no STF para as instâncias inferiores.

G1

Presidente da Venezuela desde 2013, Nicolás Maduro, de 55 anos, é reeleito para mais seis anos de mandato, em uma eleição duramente criticada pela oposição e com elevado índice de abstenção. De acordo com a imprensa oficial, ele obteve 67,7% dos votos, enquanto o segundo colocado Henri Falcón conseguiu 21,1%.

Em entrevista coletiva na noite de ontem (20), Falcón disse desconhecer o resultado das eleições. Segundo ele, são necessárias novas eleições, pois houve uma “violação” do acordo pré-eleitoral. Há informações, não confirmadas oficialmente, de que o índice de abstenção nas eleições foi superior a 70%.  

“Não reconhecemos este processo eleitoral como válido”, disse Falcón. “Para nós não houve eleições, é preciso fazer novas eleições na Venezuela, não é uma colocação que viemos fazer, viemos fazer exigências.”

Diálogo

Maduro chamou os candidatos derrotados e as lideranças que promoveram a campanha em favor da abstenção para um diálogo. "Henri Falcón, Javier Bertucci e todos os líderes da oposição, [apelo para ] que nos reunamos, nos encontremos e falemos da Venezuela, convido-os aqui e assumo a responsabilidade deste chamado", disse.

A Prensa Latina, agência oficial de notícias da Venezuela, e a Telesur, emissora oficial de televisão do país, informaram que 92% das urnas, em que 5.823.728 eleitores votaram, foram apuradas. As informações são atribuídas à presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Tibisay Lucena, ligada ao governo.

Pressão

Ontem (20), as votações ocorreram em 14.638 centros de votação em todo o país. Há informações de que os eleitores que resistiam a votar, marcando um elevado índice de abstenção, eram pressionados por grupos armados a comparecer aos locais de votação.

Em entrevistas coletivas, Maduro criticou a imprensa internacional, afirmando que havia uma campanha para difamá-lo. Ao final, ao fazer um balanço parcial sobre as eleições,afirmou que foi executado um Plano Nacional para controlar “pequenas irregularidades”. Não relatou quais foram essas ocorrências.

Legalidade

A presidente do Conselho Nacional Eleitoral, Tibisay Lucena, ressaltou que mais de 150 representantes de organismos internacionais acompanharam a “transparência e legitimidade” das eleições e dos conselhos legislativos. Na relação desses representantes estão o ex-ministro da Espanha José Luis Rodríguez e o ex-presidente do Equador Rafael Correa, ambos simpatizantes de Maduro.

O processo eleitoral foi acompanhado por forte esquema de segurança, com 300 mil homens da Força Armada Nacional Bolivariana, além do apoio de seguranças e funcionários públicos.

Agencia Brasil

Discussão cada vez mais presente no dia a dia do Poder Público e dos cidadãos brasileiros, a segurança pública e os diversos aspectos que a constituem serão tema do Seminário Internacional sobre Segurança Pública, realizado pela Assembleia Legislativa.

O evento acontecerá nos dias 5, 6, 7 e 8 de junho, em diversos espaços da Casa.

A conferência de abertura do evento debaterá o pacto federativo e a segurança pública no Brasil, com Ciro Gomes, ex-ministro da Integração Nacional, no dia 5 de junho, às 18 horas, no Auditório João Frederico Ferreira Gomes, anexo II da AL.

“Vamos buscar medidas para conter o avanço da violência urbana. A Assembleia quer contribuir, quer fazer sua parte, e estaremos atuando de forma conjunta, de maneira a buscar sempre atender as demandas da sociedade”, afirma o deputado Zezinho Albuquerque (PDT), presidente da Assembleia Legislativa.

Objetivo
O evento visa fornecer indicações de caráter normativo para os Poderes Legislativos, assim como proposições, medidas e ações referentes a execuções de uma política de segurança pública resolutiva e com resultados concretos para os cidadãos. Com a realização do seminário, a Assembleia Legislativa busca contribuir para a construção de paz e de uma segurança cidadã no Ceará e no Brasil, por meio da efetivação do direito à segurança pública.

Experiências
Buscando o intercâmbio de experiências nessa complexa área de atuação, o evento contará com a participação de representantes do Poder Púbico e pesquisadores de diversos estados brasileiros, como Ceará, São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco, assim como convidados de Portugal e países da América do Sul, como Colômbia, Venezuela.

Programação
Entre as demais conferências do evento, serão discutidos temas como os direitos e políticas sociais da América Latina, com José Augusto Lindgren, do Instituto de Políticas Públicas e Direitos Humanos do Mercosul; a experiência de Medellín, na Colômbia, na política de reversão à violência, com Jorge Melguizo,e o HUB da Segurança Pública no Ceará, com participação prevista do ministro extraordinário da Segurança no Brasil, Raul Jungmann.

E ainda
Realizado pelo Conselho de Altos Estudos e Assuntos Estratégicos da AL, o Seminário Internacional conta com apoio técnico-científico de professores da Universidade Federal do Ceará (UFC), da Universidade Estadual do Ceará (Uece) e da Universidade de Fortaleza (Unifor). A participação no Seminário Internacional sobre Segurança Pública da Assembleia Legislativa é aberta ao público, que poderá realizar inscrição on-line em breve.

Com informações da AL

A Secretaria Municipal da Segurança Cidadã, pasta responsável pela Guarda Municipal de Fortaleza (GMF), determinou abertura imediata de procedimento disciplinar interno para "apurar e adotar as medidas cabíveis" contra a conduta de dois agentes flagrados trocando carícias íntimas em público.

O casal estava na "Praia dos Crush" e foi repreendido por outros banhistas, incomodados com a situação. Irritado com a reação dos outros frequentadores da praia, o agente se identificou como policial e tentou intimidar a população.

Ele também atacou verbalmente uma mulher e chutou areia contra ela. A banhista reagiu e eles trocaram socos, chutes e joelhadas. Ao perceberem os ataques contra a mulher, outras pessoas chutaram e golpearam o agressor.

Em meio à confusão generalizada, policiais militares fizeram disparos para o alto com a intenção de dispersar o confronto.  Conforme a Polícia Civil, foi lavrado Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) contra a dupla por ato obsceno e lesão corporal

Confira o vídeo da confusão:   

 

O Povo Online

O senador Tasso Jereissati (PSDB) irá apresentar oficialmente na próxima segunda-feira, 21, o General Theophilo como representante dos tucanos na disputa ao Executivo estadual. Até agora, o militar é o principal nome na oposição ao governador Camilo Santana (PT), que irá tentar a reeleição.

“Estive reunido ontem com o Senador Tasso Jereissati. Tomei a decisão de entrar na política porque acredito na democracia, que é possível mudar o Ceará a partir da aliança das pessoas de bem, em um movimento renovador, fazendo que o Estado e os políticos voltem a cumprir seu propósito maior que é o de servir às pessoas e não a si mesmos”, comunicou o general no Facebook.

Theophilo tem passagem por setores estratégicos para a segurança nacional. Ele também tem experiência no combate ao tráfico de armas e drogas e controle das fronteiras. Até março, comandante de logística do Exército, o general possui histórico com as Forças Armadas que vai muito além dos 45 anos de serviço. Filho do general de brigada Manoel Theophilo Gaspar de Oliveira Neto, o pré-candidato pertence a uma das mais tradicionais famílias do Exército, com atuação desde o Império.

Ceará Agora

Publicidades

Usuários online

Temos 1464 visitantes e Nenhum membro online

Nossos vídeos