Wellington Marques

Wellington Marques

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Sobral receberá dois laboratórios de fabricação digital adaptados ao ambiente escolar (FabLearn Labs) doados pela Fundação Lemann, parceira do Município na elaboração do novo currículo de Ciências que integra o uso de tecnologia. Os equipamentos serão instalados no Colégio Sobralense Maria Dorilene Arruda Aragão, no Complexo Monsenhor Aloísio, e na Escola Padre Oswaldo Chaves, no bairro Dom Expedito.

Nesses laboratórios os estudantes terão acesso à tecnologia de ponta para construção de conhecimentos científicos. “Nossa proposta é que a Ciência e Engenharia estejam juntas para envolver os alunos no fazer, valorizando a criatividade e respeitando as fontes locais de conhecimento”, afirma Paulo Blikstein, idealizador dos FabLearn Labs e um dos maiores especialistas em tecnologia aplicada à educação.

Tendo como base as melhores experiências internacionais, a Secretaria da Educação de Sobral iniciou, em 2017, o processo de elaboração de um currículo de Ciências para a rede municipal de ensino de Sobral, em parceria com a Fundação Lemann e a Universidade Federal do Ceará e consultoria de especialistas da Universidade de Stanford. A implantação de laboratórios pilotos em duas escolas da Rede Municipal de Ensino subsidiarão estudos para contribuir com a escrita do documento curricular de Ciências, inserindo a tecnologia nas práticas pedagógicas das escolas.

Missão Internacional

Como parte do projeto de implementação de laboratórios FabLearns nas escolas municipais de Sobral, em dezembro, a gerente do Ensino Fundamental II, professora Carolina Farias, e o técnico de TI, Felipe Dias, participaram do curso “FabLearn Training: Stem Teaching for the 21st Century: From Learning Targets to Curricular Units”, no Centro de Pesquisa da Universidade de Stanford, Califórnia, em parceria com o Programa FabLearn do Lemann Center.

Em maio de 2017, o secretário da Educação de Sobral, Herbert Lima, e representantes da Universidade Federal do Ceará e da Escola de Formação Permanente do Magistério também estiveram na Universidade de Stanford, participando desta formação para a implantação dos laboratórios em Sobral.

Blog de Sobral

O prefeito Ivo Gomes coordenou na última sexta-feira (12/01) a primeira reunião do Comitê Deliberativo de Segurança Pública de Sobral. Com o objetivo de ocupar os territórios e combater a violência na cidade, o encontro, que ocorreu na Prefeitura de Sobral, contou com a participação de representantes de diversos órgãos de segurança e da justiça.

A Prefeitura já vinha realizando encontros sistemáticos com os órgãos, mas essa foi a primeira reunião após a inauguração da Unidade Integrada de Segurança (Uniseg) em Sobral, que ocorreu no último mês de dezembro.

Para o juiz da 1ª Vara Criminal de Sobral, Cavalcante Neto, o encontro de hoje representa um momento histórico. “A sociedade reclama da gente uma mudança de postura para enfrentar um problema que não é novo, mas que tem se agravado nos últimos tempos. A gente tá tendo a oportunidade de construir a solução para esse problema importante e é unido que a gente vai conseguir fazer isso”, afirmou o magistrado.

Durante o encontro, o secretário de Direitos Humanos, Habitação e Assistência Social, Júlio César Alexandre, apresentou o projeto do município para prevenção à violência. Apoiado em dois grandes seixos: ciências, estudo e planejamento; e Ações territoriais, o plano propõe a criação de comitês em cada território com a participação de lideranças comunitárias para identificação das causas que geram violência.

O objetivo é identificar as variáveis geradoras de violência para, a partir daí, desenvolver uma política de prevenção à violência com foco para os jovens na faixa etária de 10 a 14 anos. “Eu tenho certeza de que esse projeto vai exigir muito esforço, mas também vai promover o resgate de uma cidade melhor de se viver”, afirmou Júlio César. 

De acordo com o comandante da Unidade Integrada de Segurança (Uniseg) de Sobral, tenente Marcos Paulo, os esforços do Comitê de Segurança Pública Municipal já podem ser vistos pela população“Essa união ente os órgãos, de fato, está aumentando a integração entre essas forças que visão combater a criminalidade e trazendo, como já é notório para toda  Sobral, um maior sentimento de segurança para as famílias sobralenses”, avaliou.

Premiação para agentes de segurança

Durante a reunião, que contou com representantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Guarda Civil Municipal, Polícia Rodoviária Federal, Perícia Forense, Tribunal de Justiça do Ceará e Defensoria Pública, o prefeito Ivo Gomes também recebeu sugestões sobre o decreto que trata da premiação de agentes de segurança que apreenderem armas de fogo e que resolverem inquéritos de crimes contra a vida em Sobral. O decreto deve ser assinado nas próximas semanas e, segundo anunciado pelo prefeito, entrará em vigor no dia 01 de fevereiro.

Blog de Sobral

A Advocacia-Geral da União defendeu no Supremo Tribunal Federal (STF) a legitimidade das campanhas oficiais sobre a reforma da Previdência, cujo teor foi questionado pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em ação aberta em dezembro na Corte.

No parecer – redigido em dezembro, mas enviado apenas ontem (10) ao Supremo –, a AGU classifica os argumentos usados pela Procuradoria de “frágeis alegações”, defendendo que a ação seja arquivada.

Em ação direta de inconstitucionalidade aberta em 18 de dezembro, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a concessão urgente de liminar (decisão provisória) para impedir que uma suplementação de R$ 99 milhões aprovada pelo Congresso no orçamento da Presidência para propaganda oficial fossem usados em uma campanha sobre a reforma da Previdência.

Isso porque, para Raquel Dodge, o teor da campanha do governo fere princípios da Constituição, por ter "feição de campanha estratégica de convencimento público”, em que não há “abertura à expressão, no mesmo canal publicitário, da pluralidade de opiniões e aos dados diferentes dos que o governo apresenta na campanha pública de persuasão”.

Em parecer assinado pelo advogado da União Stanley Silva Ribeira, a AGU respondeu que o pedido de Dodge se baseia em “premissas equivocadas”, uma vez que o governo federal estaria buscando somente cumprir seu dever de esclarecer a população sobre o déficit na Previdência e a necessidade de mudanças nos regimes de aposentadoria, conforme Proposta de Emenda Constitucional que tramita no Congresso. 

Para a AGU, “é dever da União demonstrar à população a necessidade de mudança do sistema previdenciário, diante da possibilidade concreta de ausência de recursos para fazer frente ao pagamento de aposentadorias”. O órgão afirma que os dados utilizados na campanha são oficiais de pareceres técnicos da equipe econômica.

Dessa forma, a AGU rebate os argumentos da procuradoria, que reconhece o esforço do governo federal, mas pondera que “a licitude desse empenho se prende a que também sejam divulgados dados colhidos pelos adversários da proposta, garantindo-lhes igual espaço de exposição de ideias”.

Além da ação direta de inconstitucionalidade aberta por Raquel Dodge, a campanha oficial sobre a reforma da Previdência foi alvo de outros questionamentos na primeira instância da Justiça Federal, tendo sua veiculação suspensa ao menos duas vezes, em decisões liminares posteriormente derrubadas pela AGU em segunda instância.

Agencia Brasil

Embora a redução da inflação em 2017 tenha sido sentida por todas as camadas da população, os que mais se beneficiaram foram os integrantes da classe de renda muito baixa, cujo índice foi de 2,2%, uma queda de 4,8 pontos percentuais em comparação ao ano anterior. As camadas mais ricas da população tiveram inflação de 3,7%, com redução de 2,5 pontos percentuais em relação a 2016. Os dados constam do Indicador de Inflação por Faixa de Renda, divulgado hoje (11) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A inflação oficial medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 2,95%, no ano passado.

A economista Maria Andreia Parente Lameiras, do Grupo de Conjuntura do Ipea, explicou que o que puxou a inflação para baixo foi o item alimentos, que fechou o ano com deflação, com destaques para o arroz (-10,9%), feijão (-46,1%), frango (-8,7%) e leite (-8,4%). “E como os alimentos pesam muito mais no orçamento das famílias mais pobres do que nas famílias mais ricas, esse efeito baixista dos alimentos foi muito intenso na inflação dos mais pobres do que dos mais ricos”, disse a economista.

De acordo com Maria Andreia, quando se olha a cesta de consumo dos mais pobres, percebe-se que a maior parcela do gasto dessa família é com alimento. “Quando ele fica mais barato, o efeito dessa baixa de preço é muito mais sentida pelos mais pobres do que pelos mais ricos”. Esses últimos também se beneficiaram da queda de preços dos alimentos, só que a cesta é composta por outros itens, que até recuaram em 2017, mas não tão fortemente como os produtos mais consumidos pelos mais pobres.

A queda dos aluguéis também impactou na inflação dos mais pobres no ano passado, segundo o Ipea. Embora o item tenha variado positivamente no ano, o aumento foi muito menor do que em 2016, uma vez que a inflação dos aluguéis recuou de 5,3% para 1,5%.

Segundo Maria Andreia, dois motivos levaram a essa redução dos aluguéis. O primeiro é o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que fixa o reajuste dos aluguéis e que ao longo dos últimos meses vem desacelerando muito fortemente. A segunda razão é o período de recessão no país, o que elevou muito o número de imóveis disponíveis para aluguel.

“Quando você tem uma oferta de imóveis maior que a demanda, isso também leva a uma queda de preços. Os aluguéis até variaram em 2017, mas variaram muito menos do que em 2016. E aluguel pesa muito nas famílias mais pobres, porque a maioria delas não possui residência própria e precisa do aluguel para morar”. O item aluguel subiu 1,5% em 2017, contra 5,3%, em 2016.

No mesmo período, houve queda nos preços das tarifas de transporte, como ônibus urbano (de 9,3% para 4%), trem (de 8,5% para 2,5%) e metrô (de 9,1% para 1,3%).

Energia

Em dezembro, a inflação das famílias de renda muito baixa atingiu 0,33%, enquanto a das famílias muito ricas foi 0,45%. Maria Andreia esclareceu que houve uma variação positiva nos preços dos alimentos, já esperada em função da sazonalidade do período. Em compensação, ocorreu a reversão da bandeira tarifária que continuou vermelha no mês, mas caiu do nível 2 para o 1 e ficou mais barata (-3,1%) em relação a novembro.

“Essa deflação na energia explicou a melhora da inflação dos mais pobres por esse mesmo motivo”.

A energia representa 5% dos gastos das famílias mais pobres, enquanto para as famílias mais ricas o peso é de 2%. “A queda da energia ajudou mais a inflação dos mais pobres do que dos mais ricos”.

A maior contribuição para a inflação tanto das famílias de renda muito baixa como as de renda alta, em dezembro, foi dada pelos transportes, revela o indicador do Ipea. Maria Andreia explicou que quando se faz a proporção do impacto de cada item na inflação, o item transporte impactou mais fortemente a camada dos mais ricos porque o que puxou o grupo transportes em dezembro foi, basicamente, passagem aérea e combustível, em especial gasolina, itens que compõem a cesta dos mais ricos. As variações positivas foram 22,3% para passagens aéreas e 2,3% para a gasolina.

Benefícios

De maneira geral, a economista do Ipea disse que todas as camadas de renda se beneficiaram da desaceleração de preços no ano passado. “Porque alimento é algo que todo mundo consome; uns foram ajudados com maior intensidade, mas todos foram ajudados”. Também a recessão do país fez com que os preços dos serviços caíssem, à exceção da educação. Maria Andreia destacou ainda que o Banco Central foi muito atuante em 2017, corrigindo distorções de preços e segurando a meta da inflação.

“Isso fez com que a inflação tivesse um comportamento excepcionalmente bom em 2017. Isso acabou beneficiando todo mundo”, disse.

Para 2018, apesar de se esperar uma eventual aceleração da inflação, Maria Andreia acredita que o país ficará em um patamar confortável. “A gente fechou com uma inflação em 2017 de 2,95% e está entrando em 2018 com uma meta de 4,5%. A gente tem uma boa folga”. Se a aceleração de preços realmente acontecer, ainda assim o cenário da inflação para este ano é muito bom, concluiu a economista.

O Palácio do Planalto decidiu esgotar todas as possibilidades de recurso na primeira instância contra a decisão do Tribunal Regional da 2ª Região (TRF2) de suspender a nomeação e posse da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) como ministra do Trabalho.

Segundo o deputado Beto Mansur (PRB-SP), um dos principais articuladores políticos da base governista na Câmara, o governo deve apresentar novo recurso para que o plenário do TRF2 decida sobre a liminar enquanto aguarda o fim do recesso do judiciário para recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante o recesso do Supremo, a decisão sobre o recurso caberia somente à presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, e o Executivo prefere que o recurso seja analisado pelos ministros em plenário. No entendimento do governo, o desgaste neste momento é maior entre os poderes do que sobre a deputada. O objetivo é tentar resolver a questão ainda no âmbito estadual e evitar que o desgaste se estenda para as instâncias superiores do Judiciário.

“Um juiz de primeira instância disse: 'não pode assumir, porque a ministra tem ações na justiça do Trabalho', coisa quem, na minha visão, é um absurdo. Aí, você não vai poder indicar um ministro da Saúde porque ele fuma, você não vai poder indicar um ministro dos Transportes porque tem algum tipo de multa de trânsito. É claro que o Executivo vai recorrer até a última instância para que não haja nenhum tipo de dúvida dessa separação entre os poderes”, acrescentou.

O deputado disse que conversou ontem (10) com o presidente Michel Temer e que este está tranquilo e vai manter a indicação da ministra. “Ele está tranquilíssimo, ele é um jurista conhecedor do direito, ele fez a indicação, ele não concorda com a decisão e vai recorrer, porque houve verdadeiramente uma influência, uma entrada indevida, na minha visão, do Judiciário na decisão do presidente da República.”

Cristiane Brasil foi indicada como ministra do Trabalho, na última semana, pela direção do PTB, no âmbito das negociações em torno da reforma da Previdência. A indicação da deputada, no entanto, foi questionada na Justiça, pois surgiram informações de que ela tem dívidas trabalhistas com ex-funcionários.

A nomeação da deputada foi suspensa por uma liminar da 4ª Vara Federal de Niterói (RJ), expedida na última segunda-feira (8), um dia antes da cerimônia em que ela tomaria posse no Ministério do Trabalho. A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou recurso contra a liminar, mas a suspensão da posse foi mantida pelo vice presidente do TRF-2. A defesa da deputada apresentou, em seguida, agravo de instrumento contra a decisão do tribunal, mas o recurso também foi negado por outro desembargador.

Agencia Brasil

A governadora em exercício do Ceará, Izolda Cela, recebeu no Palácio da Abolição, durante a manhã desta quinta-feira, 11, o embaixador da Suécia no Brasil, Per-Arne Hjelmborn. O encontro teve como objetivo iniciar diálogos para estreitar relações comerciais e projetar futuras parcerias em políticas sociais. Dentre os maiores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do mundo, a Suécia é vista pelo Governo do Ceará como aliado para troca de experiências e construção de modelos a serem replicados em Educação, Segurança, Juventude, Saúde, Infraestrutura, entre outras áreas.

Izolda Cela ressaltou a importância de manter conexões com o governo sueco para aproximar o Ceará de interações que abram portas para o Estado avançar tanto no campo econômico quanto na cidadania.

Também participaram do encontro o secretário de Assuntos Internacionais, Antonio Balhmann, o cônsul da Suécia no Ceará, Marcos Aurélio Soares de Castro, o coordenador de políticas de Juventude do Ceará, Davi Barros, e a secretária-adjunta da Educação, Márcia Campos.

A conversa entre gestores estaduais e suecos consistiu na apresentação das principais ações da Suécia para manter os desenvolvimentos econômico e social do país, como também na discussão sobre o atual cenário cearense propício a evoluir em parcerias com iniciativas do exterior. Os principais temas tocados na reunião foram: as ações de sustentabilidade; o investimento em campanhas contra o assédio sexual infantil; ações realizadas e novas políticas do Pacto por um Ceará Pacífico (principalmente na Proteção e Assistência aos Condenados); e a possibilidade de investimento sueco para o Centro de Formação Olímpicĺla do Nordeste (CFO).

O embaixador Per-Arne Hjelmborn enfatizou que Brasil e Suécia têm cada vez mais evoluído nas relações internacionais. Hoje, exemplificou, mais de 200 empresas suecas operam no Brasil. O objetivo, com o Ceará, é explorar potenciais de fomentação no campo de negócios, mas também criar um canal de troca de experiências para fortalecer políticas sociais.

Para o secretário Antonio Balhmann, estreitar as relações com a Suécia ampliará a busca por novos empreendimentos para o setor industrial no Ceará, em especial na Zona de Processamento de Exportação (ZPE). Balhmann destacou a excelência da educação sueca voltada aos processos industriais, com empresas responsáveis por formação de profissionais com alto nível de qualificação.

Também foi levantado na reunião a sugestão de Ceará e Suécia firmarem parceria para produção de grafeno no Estado. “O Ceará tem a produção do grafite, detém importantes reservas minerais. Agora seria a hora de se estabelecer um link desses. É exatamente o início da descoberta desse material, que certamente vai ser o grande diferencial em termos de padrão tecnológico, na área médica, na área de abastecimento de água, entre outras. É um material revolucionário”, disse o secretário.

O coordenador Davi Barros destacou o otimismo o Governo do Ceará em fortalecer políticas para a juventude com apoio da Suécia. Ele lembrou que a entidade Fryshuset, referência em ações para juventude envolvendo práticas de esportes, tem interesse no desenvolvimento de ações no Centro de Formação Olímpica do Nordeste (CFO).

“Já havia uma tratativa de cooperação internacional para novas políticas de juventude. O objetivo é garantir que a metodologia de ações que aqui acontecem e que lá também são desenvolvidas, com jovens em alta vulnerabilidade social, possam se articular. A partir daí, podemos ter um grande centro de juventude da Suécia para nos ajudar a abrir o CFO para a população de jovens de comunidades”, projetou.

Em dezembro do ano passado, o CFO recebeu para visita técnica às instalações do complexo, uma comitiva da Suécia, representada pela gerente de Desenvolvimento Global da Fryshuset, Raisa Lang Velazco. O Governo do Ceará tem agendada para março visita à Suécia para tratar do assunto.

Com informação do Governo do Estado do Ceará

O deputado estadual Julinho (PDT) ingressou com um pedido liminar na Justiça do Ceará para impedir o encerramento dos atendimentos de urgência e de emergência do Hospital Municipal de Maracanaú João Elísio de Holanda, medida recentemente anunciada pela Prefeitura. O parlamentar deu entrada na ação popular na quarta-feira (10) na 2ª Vara Cível de Maracanaú contra o prefeito Firmo Camurça (PR).

A gestão municipal pretende transferir os atendimentos para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Pajuçara, que ainda não foi entregue à população. Conforme outdoor fixado na frente do Hospital Municipal, a mudança passa a vigorar a partir do próximo dia 23. “Essa UPA tão esperada deveria ser uma alternativa para desafogar a rede pública do município, hoje totalmente sobrecarregada. Deveria somar e não substituir o hospital”, defende Julinho.

Julinho argumenta na liminar que o Hospital Municipal está localizado no centro da cidade e tem acesso mais fácil para o conjunto da população maracanauense, enquanto a UPA da Pajuçara fica a seis quilômetros de distância.

O parlamentar afirma ainda que o Conselho Municipal de Saúde (Consam), que tem prerrogativas para opinar sobre a questão, não deliberou sobre o possível fechamento da emergência do hospital. A medida também motivou protestos da população na noite da última sexta-feira (5).

“Há anos a população de Maracanaú aguarda a entrega dessa UPA com a esperança de ter a rede de saúde do município ampliada e, assim, menos lotada e com atendimento mais digno. Quando finalmente a inauguração do equipamento é anunciada, os maracanauenses são surpreendidos por esse duro golpe”, lamenta o deputado Julinho.

Ele pondera que a entrega da UPA da Pajuçara em nada desafogará a saúde pública de Maracanaú se a emergência do hospital municipal fechar. “Talvez até complique mais e, de quebra, nosso povo ainda perde uma alternativa de atendimento em localização central”, acrescenta.

Com Ascom

As bacias hidrográficas do Banabuiú e dos Sertões de Crateús, localizadas na Mesorregião dos Sertões Cearenses, têm a pior situação hídrica de todo o estado. Enquanto a reserva de água na Bacia do Banabuiú soma pouco mais de 2%, a dos Sertões de Crateús conta apenas com 0,24% de disponibilidade. O dado é do Portal Hidrológico do Ceará, que monitora a situação de 155 açudes do estado.

Segundo o presidente da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), João Lúcio Faria, a seca na região das bacias foi mais severa do que em outros pontos do Ceará. “Essas duas bacias enfrentam seca há oito anos, com chuvas abaixo da média histórica, o que gera impacto direto nos açudes. A maioria dos reservatórios dessas bacias está seca.”

Em 2015, a reportagem da Agência Brasil esteve em Crateús, a 360 quilômetros de Fortaleza, e presenciou o fim do bombeamento das águas do açude Carnaubal, que havia esgotado sua capacidade. De lá para cá, o reservatório não recuperou água suficiente para voltar a servir ao abastecimento da cidade.

Atualmente, Crateús e mais três cidades da região são abastecidas pelo Açude Araras, que fornece água para a população por meio de uma adutora de 156 quilômetros de extensão. A perfuração de mais poços é outra medida de segurança hídrica no Ceará. Segundo a Cogerh, mais de 4 mil poços foram criados.

Em 2017, o Ceará passou pelo sexto ano seguido de seca, com chuvas insuficientes para a recarga dos açudes. Ao todo, a reserva hídrica do estado é de 6,9% da capacidade total. Embora várias cidades já recebam chuvas neste mês, elas ainda não correspondem à chamada quadra invernosa, que dura de fevereiro a maio e é responsável pelo volume mais significativo de precipitações do ano.

A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos do Ceará (Funceme) ainda não divulgou o prognóstico do período para 2018.

Pela primeira vez em décadas, a base aliada do governo definiu chapa para as eleições estaduais antes da oposição no Ceará. Fechando questão na busca pela reeleição de Camilo Santana (PT) ao lado dos irmãos Cid e Ciro Gomes (PDT), governistas acenderam “sinal amarelo” entre os opositores, que já ampliam articulações de olho em 2018.

No maior bloco de oposição do Estado, PMDB/PSDB/PR, conversas seguem apenas nos bastidores. No centro do impasse, desdobramentos da crise nacional e indefinição sobre se as siglas marcharão juntas ou terão candidaturas próprias. Se faltam nomes definidos, sobram teses diversas sobre qual deve ser perfil do candidato “anti-Camilo”.

“Tem que ser alguém limpo (...) corajoso, que enfrente os vícios existentes na administração pública, e tem que ser agregador, alguém que faça uma nova política”, diz Capitão Wagner (PR). Segundo colocado na disputa pela Prefeitura de Fortaleza em 2016, o deputado tenta emplacar a própria candidatura ao governo e defende a antecipação do debate eleitoral entre siglas da oposição.

Wagner inclusive tem ampliado sua influência para outros partidos, com possível migração do deputado federal Cabo Sabino - outro defensor da antecipação do debate - do PR para o Podemos. A questão, no entanto, ainda é evitada pelos senadores Eunício Oliveira (PMDB) e Tasso Jereissati (PSDB), principais lideranças de seus partidos no Estado. Apesar da “pressa” de Wagner, eles aguardam desdobramentos da crise política em Brasília.

Embora admita nos bastidores abrir mão da disputa pelo governo apenas caso Tasso seja candidato, Eunício ainda evita o assunto de forma aberta. O senador, no entanto, tem apostado em perfil tradicional, articulando bases partidárias e centrando críticas a áreas como segurança e saúde. 

 

Perfil “gestor”

Já o líder tucano, alvo de pressão para entrar na disputa, nega interesse e prega renovação política. A recusa pode levar a candidato “surpresa”, com o PSDB articulando nome do empresário Geraldo Luciano para a vaga. 

Diretor do grupo M. Dias Branco, Luciano aposta no perfil “outsider”, semelhante ao do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB). “Não é uma questão do Ceará, é do País inteiro. É óbvio que uma experiência em gestão ajuda bastante. O que é mais procurado hoje é quem consiga levar modelos de gestão adiante”, diz.

Luciano, no entanto, nega ser filiado ou ter recebido qualquer convite formal. “Mas seria uma honra”, diz. “A crise deixou claro: Precisamos de equipes, de boa aplicação de recursos”, conclui.

 

Tasso Jereissati

Vantagens: É o candidato favorito de políticos tradicionais de oposição no Estado, com o próprio Eunício admitindo sair do páreo caso o tucano confirme candidatura. É representante de movimento de reestruturação do PSDB que pode crescer com candidato competitivo da sigla à Presidência..

Desvantagens: É um dos políticos mais tradicionais do Estado, em época de descrédito generalizado com a classe política. Seu partido, o PSDB, também aparece com destaque no escândalo de corrupção apurado pela Lava Jato.

Estratégias: Tem focado atuação em Brasília, liderando movimento que busca fazer mea culpa sobre erros da sigla nos últimos anos. Apesar disso, também trabalha estruturação de comitês tucanos pelo interior do Estado. É peça-chave na articulação da candidatura de Geraldo Luciano no Estado.

 

Eunício Oliveira

Vantagens: Possui hoje o cargo mais influente e poderoso do cenário nacional entre todos os políticos cearenses. É também do PMDB, sigla que comanda a Presidência da República, além de diversos órgãos federais com sedes no Ceará.

 

Desvantagens: Político tradicional, foi citado em delações da Lava Jato. Apesar das vantagens do poder do Planalto, carrega o “peso” de ser aliado próximo do presidente Michel Temer, governo muito mal avaliado pela população do Estado.

 

Estratégias: Representante maior do Planalto, tenta acumular capital político com ações do governo federal no Estado. Faz diversas intervenções em temas populares em Brasília, como na defesa por reajuste acima da inflação do salário mínimo ou contra aumento de impostos.

 

Capitão Wagner

Vantagens: Entre os pré-candidatos da oposição, é o que tem hoje maior “recall” inicial das urnas, por conta de sua candidatura à Prefeitura de Fortaleza em 2016. Não é visto como político “tradicional”.

Desvantagens: Apesar das expressivas votações nas últimas disputas do Estado, não possui controle de estruturas partidárias como Eunício e Tasso. Sem controle total nem mesmo sobre o seu partido, o PR, depende da negociação com siglas do bloco de oposição.

 

Estratégias: Tem mantido intensa agenda de eventos e palestras pelo interior do Estado. Articula movimento dentro do PR que cobra antecipação da discussão da candidatura de oposição para 2018. Também tenta expandir sua influência para o Podemos, com migração do deputado federal Cabo Sabino (PR).

 

Geraldo Luciano

Vantagens: Executivo empresarial de perfil gestor e sem raízes políticas profundas, se enquadra no perfil de “outsider” da política tradicional, um dos mais cobiçados por candidatos de oposição no País desde vitória de João Doria no 1º turno em São Paulo.

Desvantagens: É um total desconhecido da maioria da população, além de não possuir qualquer experiência na disputa por cargos públicos. Possuiria ainda relação com um “padrinho” tradicional, caso de Tasso Jereissati.

Estratégias: Apesar de ainda evitar o tema, tem investido na participação de eventos do setor produtivo do Estado. Em passagem de João Doria pelo Ceará na última sexta-feira, teve posição privilegiada no evento e chegou a receber citação e elogios diretos do prefeito.

O Povo Online

Na sua pagina do facebook, o governador Camilo Santana (PT), reprisou entrevista exclusiva que concedeu no primeiro Jornal da TVC de 2018, onde ressaltou que a educação no Estado é referência no Brasil. Confira no vídeo (AQUI)
 
Segundo Camilo, “Essa conquista é resultado de um trabalho sério e continuado para transformar realidades e promover novas oportunidades aos jovens cearenses”. Destacou. 
 
O governador celebrou os 10 anos do Programa de Aprendizagem na Idade Certa, que teve a satisfação de ampliar até o 9º ano do Ensino Fundamental (MAIS PAIC); sendo o primeiro lugar no Ensino Fundamental do país, com 77 das 100 melhores escolas do Brasil. 
 
Para estimular o bom desempenho dos jovens estudantes, lançou o programa AVANCE – Bolsa Universitária, o programa CNH Popular Estudantil e entregou mais de 40 mil notebooks para os alunos em 2017 por meio do Prêmio Aprender pra Valer. 
 
Por fim, comemorou por ter a maior rede profissionalizante do país, com 116 Escolas Estaduais de Educação Profissional, que ofertam, ao mesmo tempo, Ensino Médio e cursos técnicos; também lançamos o Programa Estadual de Ensino Médio Integral e hoje temos mais de 70 escolas regulares em Tempo Integral no Ceará.
 
Blog Célio Brito
 

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